Guerra Civil, de Pedro Caldas, será apresentado na terça-feira 5 de Julho às 21h30 na Cinemateca. Guerra Civil, que recebeu o Prémio Tobis de Melhor Longa Metragem Portuguesa no IndieLisboa 2010, ainda não pôde ser exibido comercialmente, e corre o risco de vir a ser mais um filme invisível na história do cinema português.Quinta-feira, 30 de Junho de 2011
GUERRA CIVIL de Pedro Caldas na Cinemateca - 05.07.2011
Guerra Civil, de Pedro Caldas, será apresentado na terça-feira 5 de Julho às 21h30 na Cinemateca. Guerra Civil, que recebeu o Prémio Tobis de Melhor Longa Metragem Portuguesa no IndieLisboa 2010, ainda não pôde ser exibido comercialmente, e corre o risco de vir a ser mais um filme invisível na história do cinema português.ANTÓNIO SENA: A MÃO ESQUIVA de Jorge Silva Melo na Cinemateca - 01.07.2011
António Sena: a Mão Esquiva, de Jorge Silva Melo, será apresentado na sexta-feira 1º de Julho de 2011 às 19h30, na Cinemateca, no âmbito do ciclo Artistas Filmados organizado em colaboração com o Museu Nacional de Arte Comtemporânea - Museu do Chiado. Na mesma sessão, Palolo: Ver o Pensamento a Correr. Com a presença de Jorge Silva Melo e António Sena.Terça-feira, 28 de Junho de 2011
O NOSSO HOMEM de Pedro Costa em Berlim - 02.07.2011
O Nosso Homem, de Pedro Costa, será apresentado no sábado 2 de Julho às 20hoo na Haus der Kulturen der Welt, em Berlim, no âmbito de uma Carta Branca a Perdo Costa, nas Rencontres Paris/Berlin/Madrid. Na mesma sessão serão apresentados O Somma Luce, de Jean-Marie Straub e A Caça, de Manoel de Oliveira.VOODOO de Sandro Aguilar em Berlim - 29.06.2011
Voodoo, de Sandro Aguilar, será apresentado na quarta-feira 29 de Junho às 20h00 na Haus der Kulturen der Welt, em Berlim, no âmbito das Rencontres Paris/Berlin/Madrid. A CIDADE DOS MORTOS de Sérgio Tréfaut em Santarém - 29.06.2011
A Cidade dos Mortos, de Sérgio Tréfaut, será apresentado na quarta-feira 29 de Junho de 2011 às 21h30 pelo Cineclube de Santarém no Teatro Sá da Bandeira. Em complemento será exibido a curta-metragem "Waiting for Paradise". Sessão com a presença do realizador.A CIDADE DOS MORTOS de Sérgio Tréfaut em Abrantes - 29.06.2011
A Cidade dos Mortos, de Sérgio Tréfaut, será apresentado na quarta-feira 29 de Junho de 2011 às 21h30 no Cineclube Espalhafitas, em Abrantes.Domingo, 26 de Junho de 2011
THE LOVEBIRDS de Bruno de Almeida na Cinemateca - 29.06.2011
The Lovebirds, de Bruno de Almeida, será apresentado na quarta-feira 29 de Junho de 2011, na Cinemateca, no contexto das actividades da I Lisbon Summer School for the Study of Culture organizada em colaboração com o programa Disquiet do CNC-Centro Nacional de Cultura a decorrer por essa altura e dando especial atenção à cidade de Lisboa.Sábado, 25 de Junho de 2011
TARDE DEMAIS de José Nascimento na RTP Memória - 28.06.2011
Tarde Demais, de José Nascimento, será apresentado na terça-feira 28 de Junho de 2011 às 22h30 na RTP Memória.Quinta-feira, 23 de Junho de 2011
TODOS OS PASSOS de Nuno Amorim na RTP2 - 26.06.2011
Todos os Passos, de Nuno Amorim, será apresentado no domingo 26 de Junho de 2011 às 00h30 no programa Onda-Curta da RTP2.Quarta-feira, 22 de Junho de 2011
DURANTE O FIM de João Trabulo - Estreia Nacional - 23.06.2011
Durante o Fim, de João Trabulo, baseado sobre a obra de Rui Chafes, vai ter a sua estreia comercial esta quinta-feira, dia 23 de Junho de 2011, no Cinema City Classic Alvalade, em Lisboa.Durante o Fim representou Portugal no Festival Internacional de Cinema de Turim, em 2003, e foi apresentado no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, em 2004. Trata-se de um documentário de 70 min. sobre o percurso criativo de Rui Chafes - cuja última criação está patente na 26ª Bienal de Artes de São Paulo, integrando a representação oficial portuguesa.
Terça-feira, 21 de Junho de 2011
PEDRO HESTNES: O NOSSO IRMÃO por Luís Miguel Oliveira

Pedro Hestnes o seu rosto desta orfandade, vaga, profunda, pessoal e impessoal, que foi a do cinema português.
Era preciso explicar como O Sangue nos apanhou. Ainda nem tínhamos vinte anos, alguns de nós tinham bem menos do que vinte anos. Mas era igual: a orfandade, vaga, profunda, dispensa outros sinais para ser reconhecida. Pedro Hestnes foi o seu rosto. O rosto desta orfandade, vaga, profunda, pessoal e impessoal, que foi a do cinema português, e a dos que se fizeram adultos - ou nem tanto: apenas cresceram - com o cinema português de entre o final dos anos 80 e o princípio dos anos 2000.
E quando foi de O Sangue, aquilo apanhou-nos porque nunca tínhamos visto nada assim: um rosto que nos entendia, uma maneira de estar (por exemplo: de estar perante um estalo na cara), de falar, de se mexer, que dizia que nos conhecia e que nos ia mostrar algumas coisas sobre nós mesmos, pegando-nos gentilmente nos braços (e nos olhos). Nos olhos, sim, porque sabíamos que o mundo era a preto e branco, estava tingido pela noite e pela chuva, mas nunca tínhamos sabido ver que mesmo nesse preto e branco, nessa noite, nessa chuva, se podia encontrar algum consolo, e até (sabendo fazer bem, ou ver bem, as coisas) uma espécie de abraço. O da beleza. Pedro Costa (o realizador), sim; Martin Schäfer (o director de fotografia), com certeza. Mas quem nos mostrou o caminho, quem nos conduziu por ele fitando-nos olhos nos olhos, foi Pedro Hestnes.
Foi assim de O Sangue ao Xavier (Manuel Mozos), dez anos grosso modo (e bem reconhecemos como isto é injusto para o Agosto de Jorge Silva Melo, que é anterior, para os Lobos de José Nascimento, que é posterior, injusto para outros). Mas dez anos que se passaram (como perceberão se se derem ao trabalho de ler sobre as vicissitudes da produção de Xavier) como se nunca tívessemos saído do mesmo tempo nem do mesmo sítio. O que nos fez acreditar que Pedro Hestnes teria sempre a mesma idade, e nós também nunca ficaríamos mais velhos. É uma das coisas perigosas do cinema.
Como o Léaud dos Godards e dos Eustaches para os franceses duma certa geração, como o Luís Miguel Cintra do plano final dos Sapatos do João César Monteiro teria sido para os portugueses se em Portugal houvesse justiça de qualquer espécie, Pedro Hestnes foi o nosso amigo de cinema e no cinema, que aparecia quando se apagavam as luzes e se ligava o projector, e não lhe pedíamos mais nada e não precisávamos de mais nada. Só do projector ligado, e dele a dizer que nos conhecia e que mesmo que não vá tudo acabar bem é preciso acreditar que sim. Amigo, não: irmão. Meu irmão, irmão do meu irmão, nosso irmão. Hoje, temos lágrimas.
Era preciso explicar como O Sangue nos apanhou. Ainda nem tínhamos vinte anos, alguns de nós tinham bem menos do que vinte anos. Mas era igual: a orfandade, vaga, profunda, dispensa outros sinais para ser reconhecida. Pedro Hestnes foi o seu rosto. O rosto desta orfandade, vaga, profunda, pessoal e impessoal, que foi a do cinema português, e a dos que se fizeram adultos - ou nem tanto: apenas cresceram - com o cinema português de entre o final dos anos 80 e o princípio dos anos 2000.
E quando foi de O Sangue, aquilo apanhou-nos porque nunca tínhamos visto nada assim: um rosto que nos entendia, uma maneira de estar (por exemplo: de estar perante um estalo na cara), de falar, de se mexer, que dizia que nos conhecia e que nos ia mostrar algumas coisas sobre nós mesmos, pegando-nos gentilmente nos braços (e nos olhos). Nos olhos, sim, porque sabíamos que o mundo era a preto e branco, estava tingido pela noite e pela chuva, mas nunca tínhamos sabido ver que mesmo nesse preto e branco, nessa noite, nessa chuva, se podia encontrar algum consolo, e até (sabendo fazer bem, ou ver bem, as coisas) uma espécie de abraço. O da beleza. Pedro Costa (o realizador), sim; Martin Schäfer (o director de fotografia), com certeza. Mas quem nos mostrou o caminho, quem nos conduziu por ele fitando-nos olhos nos olhos, foi Pedro Hestnes.
Foi assim de O Sangue ao Xavier (Manuel Mozos), dez anos grosso modo (e bem reconhecemos como isto é injusto para o Agosto de Jorge Silva Melo, que é anterior, para os Lobos de José Nascimento, que é posterior, injusto para outros). Mas dez anos que se passaram (como perceberão se se derem ao trabalho de ler sobre as vicissitudes da produção de Xavier) como se nunca tívessemos saído do mesmo tempo nem do mesmo sítio. O que nos fez acreditar que Pedro Hestnes teria sempre a mesma idade, e nós também nunca ficaríamos mais velhos. É uma das coisas perigosas do cinema.
Como o Léaud dos Godards e dos Eustaches para os franceses duma certa geração, como o Luís Miguel Cintra do plano final dos Sapatos do João César Monteiro teria sido para os portugueses se em Portugal houvesse justiça de qualquer espécie, Pedro Hestnes foi o nosso amigo de cinema e no cinema, que aparecia quando se apagavam as luzes e se ligava o projector, e não lhe pedíamos mais nada e não precisávamos de mais nada. Só do projector ligado, e dele a dizer que nos conhecia e que mesmo que não vá tudo acabar bem é preciso acreditar que sim. Amigo, não: irmão. Meu irmão, irmão do meu irmão, nosso irmão. Hoje, temos lágrimas.
Luís Miguel Oliveira - Ipsilon - 21.06.2011
Segunda-feira, 20 de Junho de 2011
Sexta-feira, 17 de Junho de 2011
VACAS de Isabel Aboim Inglez na RTP2 - 19.06.2011
Vacas, de Isabel Aboim Inglez, será apresentado no domingo 19 de Junho de 2011 às 00h30 no programa Onda Curta, na RTP2.SEM COMPANHIA de João Trabulo na Guarda - 21.06.2011
Sem Companhia, de João Trabulo, será apresentado na terça-feira 21 de Junho de 2011 às 21h30 no pequeno auditório do Teatro Municipal da Guarda. Sessão com a presença do realizador.Quinta-feira, 16 de Junho de 2011
ALVORADA VERMELHA de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata na Malaposta - 22.06.2011
Terça-feira, 14 de Junho de 2011
LUZ TEIMOSA de Luís Alves de Matos no Festival Cinesul - Rio de Janeiro
Luz Teimosa, de Luís Alves de Matos, foi seleccionado para a competição do 18º Festival Cinesul 2011 - Festival Ibero-Americano de Cinema e Video - que decorre no Rio de Janeiro, de 14 a 26 de Junho.Segunda-feira, 13 de Junho de 2011
CERRO NEGRO de João Salaviza na Fundação Gulbenkian - 25.06.2011
Cerro Negro, de João Salaviza, será apresentado no sábado 25 de Junho de 2011 às 22h00 no Anfiteatro ao Ar Livre da Fundação Gulbenkian, em Lisboa, no âmbito do projecto Próximo Futuro.ESCREVER, ESCREVER, VIVER de Solveig Nordlund no Festival Silêncio - 19.06.2011
Escrever, Escrever, Viver, de Solveig Nordlund, será apresentado no domingo 19 de Junho de 2011 às 19h30 no Cinema São Jorge, em Lisboa, na secção Word Cut Docs do Festival Silêncio que decorre de 15 a 25 de Junho.A ÚNICA VEZ de Nuno Amorim na Casa da Animação - 18.06.2011
A Ùnica Vez, de Nuno Amorim, será apresentado no sábado 18 de Junho de 2011 às 21h30 na Casa da Animação, no Porto, no âmbito da 3ª Mostra de Animação Portuguesa.OS OLHOS DO FAROL de Pedro Serrazina na Casa da Animação - 18.06.2011
Os Olhos do Farol, de Pedro Serrazina, será apresentado no sábado 18 de Junho de 2011 às 21h30 na Casa da Animação, no Porto, no âmbito da 3ª Mostra de Animação Portuguesa.VACAS de Isabel Aboim Inglez na Casa da Animação - 18.06.2011
Vacas, de Isabel Aboim Inglez, será apresentado no sábado 18 de Junho de 2011 às 19h00 na Casa da Animação, no Porto, no âmbito da 3ª Mostra de Animação Portuguesa.ALFAMA de João Viana no Institut Français - Lisboa
Alfama, de João Viana, será apresentado no Institut Français do Portugal, em Lisboa, durante uma maratona de curtas metragens europeias, organizada com o Eurochannel, que vai decorrer quinta-feira 16, sexta-feira 17 e segunda-feira 20 de Junho de 2011, de 19h00 a 21h00, e sexta-feira 17 de 21h00 a 23h00.Sábado, 11 de Junho de 2011
MERCÚRIO de Sandro Aguilar no Los Angeles Film Festival
Mercúrio, de Sandro Aguilar, foi seleccionado para a competição internacional do Los Angeles Film Festival, que vai decorrer de 16 a 26 de Junho de 2011.Sexta-feira, 10 de Junho de 2011
DIRECTO de Luís Alvarães e Luís Mário Lopes no Festroia - Setubal - 12.06.2011
Directo, de Luís Alvarães e Luís Mario Lopes, será apresentado no domingo 12 de Junho às 11h00 no Auditório Municipal Charlot no âmbito do 27º Festival Festroia que decorre em Setubal de 3 a 12 de Junho de 2011.Quinta-feira, 9 de Junho de 2011
Ciclo Pedro Costa em Barcelona



Na sexta-feira 10 de Junho de 2011, inicia-se um ciclo de cinema dedicado a Pedro Costa nos Cines Alexandra, em Barcelona, que contará com a presença do realizador, no âmbito de Portugal Convida 2011:
sexta-feira 10 Junho às 18h00: 6 Bagatelas e O Nosso Homem
e conversa com Pedro Costa, Paco Poch e Joan Sala
sábado 11 Junho às 18h: Ne Change Rien.
domingo 12 Junho às 18h00: Juventude em Marcha
Segunda-feira, 6 de Junho de 2011
NE CHANGE RIEN de Pedro Costa no MK2 Beaubourg - Paris - 11.06.2011
Ne Change Rien, de Pedro Costa, será apresentado no sábado 11 de Junho às 11h00 no cinema MK2 Beaubourg, em Paris, no ciclo "Regards sur le cinéma lusophone" promovido por Parfums de Lisbonne, encontros organizados por a Cie Cá e Lá. A sessão será seguida de um debate com Pedro Costa, Jeanne Balibar (a confirmar), moderado por Jacques Lemière.SEM COMPANHIA de João Trabulo em Angra do Heroísmo - 08.06.2011
Sem Companhia, de João Trabulo, será apresentado na quarta-feira 8 de Junho de 2011 às 21h00 na galeria do IAC - Instituto Açoriano de Cultura, em Angra do Heroísmo, na Ilha Terceira, com a presença do realizador.ALFAMA de João Viana no Festroia - Setubal - 10.06.2011
Alfama, de João Viana, será apresentado na sexta-feira 10 de Junho às 21h30 no Auditório Municipal Charlot no âmbito do 27º Festival Festroia que decorre em Setubal de 3 a 12 de Junho de 2011.Sábado, 4 de Junho de 2011
DUAS MULHERES de João Mário Grilo no Festroia - Setubal - 06.06.2011
Duas Mulheres, de João Mário Grilo, será apresentado na segunda-feira 6 de Junho às 24h00 no Auditório Municipal Charlot no âmbito do 27º Festival Festroia que decorre em Setubal de 3 a 12 de Junho de 2011.Sexta-feira, 3 de Junho de 2011
E O TEMPO PASSA de Alberto Seixas Santos no Festival de Shangai
E o Tempo Passa, (Times Bend), de Alberto Seixas Santos foi seleccionado para a competição oficial Golden Goblet Award do 14º Shangai International Film Festival que vai decorrer em Shangai, República Popular de China, de 11 a 19 de Junho de 2011.OS OLHOS DO FAROL de Pedro Serrazina no Festroia - Setubal - 04.06.2011
Os Olhos do Farol, de Pedro Serrazina, será apresentado no sábado 4 de Junho às 17h30 no Auditório Municipal Charlot no âmbito do 27º Festival Festroia que decorre em Setubal de 3 a 12 de Junho de 2011.A ÚNICA VEZ de Nuno Amorim no Festival de Melbourne
A Única Vez, de Nuno Amorim, foi seleccionado para o Panorama do Melbourne International Animation Festival que vai decorrer de 19 a 26 de Junho de 2011, na Austrália.MERCÚRIO de Sandro Aguilar no Festival de Hamburgo
Mercúrio, de Sandro Aguilar, foi selecionnado para a competição internacional do Festival Internacional de Curtas Metragens de Hamburgo que vai decorrer de 7 a 13 de Junho de 2011.PARAÍSO PERDIDO de Alberto Seixas Santos na Cinemateca - 06.06.2011
Paraíso Perdido, de Alberto Seixas Santos, será apresentado na Cinemateca na segunda-feira 6 de Junho de 2011 ás 19h00, no âmbito do Centenário da Universidade de Lisboa.A Universidade de Lisboa comemora o seu centenário, e a Cinemateca associa-se com um programa de filmes centrado nas representações da Universidade feitas pelo cinema português. Dez anos depois de Gestos & Fragmentos, Seixas Santos voltou a filmar construindo uma ficção sobre personagens desencontradas com a História recente de Portugal como pano de fundo reflexivo. Um professor universitário de meia-idade e uma rapariga com menos trinta anos do que ele partilham uma ligação feita de trocas de confissões e de memórias. A descoberta da loucura como traço comum ao passado de ambos será decisiva para a solidão de cada um deles.
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